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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Lua azul - lua nova


O termo "once in a blue moon” (ou “uma vez na vida”, “raramente”) foi cunhada em 1824 e se refere a eventos incomuns, mas não tão raros. No entanto, a ocorrência de duas luas cheias no mesmo mês não é tão extraordinária como se pensa. Na verdade, ocorre, em média, a cada 2,66 anos. E no ano de 1999, aconteceu duas vezes em um período de apenas três meses.Por um longo tempo, a origem do termo permaneceu obscura. Muitos anos atrás, nas páginas da revista Natural History, especulei que poderia ter se originado do inglês arcaico "belewe", que significa "trair". "Talvez", sugeri no artigo, "a segunda lua cheia ‘traia’ a percepção corrente de que só há uma única lua cheia por mês”. Mas apesar de ser inovadora, minha hipótese provou estar completamente errada.

Lua azul - lua nova
Embora a lua azul seja o nome atribuído à segunda lua cheia do mês, parece que não damos o mesmo nome à segunda lua  nova do mês. No entanto, tais fases opostas parecem estar interligadas. Afinal, se duas luas novas ocorrerem em um mesmo mês, na maioria dos casos, quatro anos depois também haverá duas luas cheias em um mesmo mês. Por exemplo, houve duas luas novas em agosto de 2008. Agora, quatro anos depois, agosto de 2012 será agraciado com duas luas cheias.A próxima vez em que veremos duas luas cheias em um único mês será em julho de 2015 (dias dia 1º e 31). Mas se você ainda tem o calendário do ano passado, verá que no mês de julho houve duas luas novas: uma no dia 1º e outra no dia 30.

sábado, 11 de agosto de 2012

Discovery Channel®

DiscoveryChannel®

Imortalidade disponível até 2045

Um magnata russo quer tornar possível a imortalidade cibernética para humanos num prazo de 33 anos. A ideia é criar avatares holográficos de homens e mulheres, totalmente funcionais, que suportem cérebros artificiais. Ele está pedindo que bilionários o ajudem a bancar os avanços do projeto.
O homem por trás da Iniciativa 2045, descrita como uma organização sem fins lucrativos, é Dmitry Itskov. O cronograma ambicioso que ele disponibilizou envolve a criação de diferentes avatares. Primeiro, uma cópia robótica remotamente controlada por uma interface cerebral. Depois, um avatar que abrigaria o cérebro humano transplantado após a morte. Um terceiro avatar receberia um cérebro humano artificial e, por fim, teríamos avatares holográficos que conteriam nossa inteligência, como no filme “Substitutos”.
Dario Borghino, da Gizmag, sabiamente alertou que “as pessoas devem tomar cuidado e não acreditar que avanços tecnológicos improváveis possam automaticamente parecer simples só porque supostamente aconteceriam em um futuro mais distante”. E o ano de 2045 nem está tão distante assim. Então, como esse projeto poderia ser bem-sucedido?
Recentemente, Itskov mandou uma carta aberta para os bilionários da lista da Forbes anunciando que poderiam financiar a própria imortalidade. Na carta, ele diz que pode provar a viabilidade do conceito para qualquer cético e que irá coordenar os projetos pessoais de imortalidade de graça. Clay Dillow, da revista Pop Science, descreveu Itskov como um magnata midiático de 31 anos. Mas não encontrei uma biografia detalhada do russo.
O grande objetivo do projeto é impedir que pessoas sofram e morram. Apesar do envolvimento de grandes especialistas, não há garantia de que a imortalidade humana seja um objetivo que valha a pena alcançar. Tenho certeza de que qualquer um que conheça histórias de vampiros, que enchem o imaginário popular, já se perguntou se, caso fosse possível, valeria mesmo a pena viver para sempre.
Para mim, há um abismo entre criar um esqueleto movido por um cérebro para ajudar paraplégicos a reassumirem o controle de seus corpos, e tentar literalmente fazer um upload de um cérebro humano em um corpo artificial. Já li um romance de ficção científica que envolvia cérebros que se mantinham vivos sem corpos, A história não acabou bem.


sábado, 9 de junho de 2012

Florianópolis,





                                    Canoa dos pescadores da praia dos Ingleses, 07/06/12.